terça-feira, 7 de agosto de 2012

Eike Batista agora divide status de homem mais rico do Brasil


O empresário Eike Batista, do Grupo EBX, deixou a liderança isolada do ranking dos mais ricos do país e agora divide esse status com o empresário Jorge Paulo Lemann, segundo nova lista dos maiores bilionários brasileiros da revista Forbes Brasil, que será lançada nesta terça-feira (7). A edição com com o ranking das 74 maiores fortunas individuais ou familiares do país marca o retorno da revista ao país, que agora será editada pela BPP LTDA, que também publica a Billboard Brasil.
Com o título “Eike e Lemann – empate técnico”, a reportagem afirma que, segundo os cálculos da Forbes, Eike tem hoje um patrimônio de R$ 30,26 bilhões, enquanto Lemann possui R$ 29,3 bilhões .Lemann é um dos controladores da InBev, maior fabricante de cerveja do mundo. Outro negócio feito recentemente pelo empresário junto com os também brasileiros Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles foi a compra da rede de lanchonetes americana Burger King por US$ 4 bilhões.
A revista Forbes já circulou no país entre os anos de 2000 e 2007, mas fechou após o término do contrato entre a Forbes Inc. e a CBM, empresa de Nelson Tanure. A nova edição nacional chega ao mercado pelas mãos do publisher Antonio Camarotti. A 23ª edição da Forbes Brasil chega às bancas com preço de capa de R$19,90 e tiragem anunciada de 50 mil exemplares.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Pedro Queiroz desiste de sua candidatura a vereador


Com Queiroz sobe para 05 os vereadores desistentes em Vitória de Santo Antão
O Juiz da 018ª Zona Eleitoral da Vitória de Santo Antão, Breno Duarte R. Oliveira, homologou neste final de semana a renúncia da candidatura a vereador de Pedro Queiroz (PPS).
O Advogado Pedro Queiroz desistiu em tentar a renovação do seu mandato na Casa Diogo de Braga. As razões não foram até então explicitadas pelo parlamentar, porém o Blog apurou que a sua candidatura havia recebido um pedido processual de impugnação, impetrado pela Advogada e ex vereadora Iara Gouveia, esposa do vereador Sylvio Gouveia (PSB), seus desafetos. As razões elencadas pelo casal Gouveia seriam os processos judiciais antigos que implicaram nas duas últimas décadas a vida política do parlamentar. Contudo, o fato é que Pedro Queiroz decidiu em não mais disputar. O seu partido, o PPS, havia se coligado com o PMDB, PDT, PHS, DEM no apoio a reeleição do prefeito Elias Lira (PSD).
Com Queiroz sobe para 05 os vereadores desistentes. André de Bau também faz parte da lista dos atuais vereadores que desistiram de tentar a renovação de seus mandatos, além de Sylvio Gouveia e Geraldo Enfermeiro (ambos do PSB). Dos atuais 11 parlamentares da Casa Diogo de Braga, 05 deles ficarão fora da Casa. Soma-se a lista o presidente da Câmara, José Aglailson (PSB), que conseguiu manter sua candidatura a Prefeito ao lado de sua filha, Anna Elisabeth, como vice. Já Geraldo Enfermeiro lançou o seu filho a vereador, Geraldo Filho (PTC), enquanto Sylvio Gouveia ensaiou a candidatura de sua filha, porém desistiu.
Do A Voz da Vitória

feira de animais no novo Parque de Exposição e Vaquejada da Vitória


Sec.Roberto Bezerra introduziu na feira a chamada “festa de gado”, ou seja, contratou bandas e fez uma festa com tanto sucesso, que fez o então Prefeito da época Elias Liraconvocá-lo, para uma semana depois, procurar um terreno para construção de umparque de exposição.











sexta-feira, 3 de agosto de 2012

mont
A tradicional queima de fogos marcou o inicio das comemorações dos 367 anos da Batalha do Monte das Tabocas, nesta sexta-feira, dia 03 de agosto.
As celebrações começaram às sete horas com um Momento Cívico-cultural, com hasteamento das bandeiras da Vitória de Santo Antão, de Pernambuco e do Brasil na Praça do Anjo. Logo em seguida, foi dada a largada da 35ª Corrida do Monte das Tabocas, com saída da Praça do Anjo até o Monte, num percurso de nove quilômetros.
O evento prosseguiu com a tradicional Procissão de Nossa Senhora de Nazaré (Nossa Senhora do Desterro) no trajeto Livramento, centro, Águas Branca, Santana, Monte das Tabocas, local onde em três de agosto de 1945 foi construída a Capela de Nossa Senhora de Nazaré. Já no monte foi celebrada a missa campal pelo Pe. Josenildo, da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, na Bela Vista.
O Monte das Tabocas foi palco em três de agosto de 1645 da célebre batalha entre os luso-brasileiros e holandeses. Os primeiros, liderados por Antônio Dias Cardoso e João Fernandes Vieira, entrincheirados nas partes altas e protegidos pelos tabocais, derrotaram os flamengos dando início, segundo historiadores, ao sentimento de pátria e o embrião do Exército Brasileiro.

Saiba em detalhes a história da Batalha das Tabocas.



BATALHA DO MONTE DAS TABOCAS – 1645
A Batalha das Tabocas aconteceu no Monte das Tabocas em Vitória de Santo Antão, Pernambuco, entre os holandeses e os portugueses e brasileiros que se revoltaram contra o domínio dos primeiros, saindo vitoriosos na ação armada acontecida em 3 de agosto de 1645.
Na época, tornava-se cada vez mais forte a sublevação contra a ocupação holandesa no Brasil, e para combater os insurretos o tenente-coronel HendrickHaus, comandante em chefe dos holandeses, colocou-se à frente dos 1.200 homens da tropa regular dos invasores, todos eles bem equipados e auxiliados por uns quinhentos índios tapuias, que investiram sobre as posições dos revoltosos liderados por João Fernandes Vieira e Antônio Dias Cardoso, chefes da rebelião.
Estes contavam em suas fileiras com um efetivo que talvez não ultrapassasse os mil homens, a maioria sem experiência em guerras, mas dispunham de apenas 200 armas de fogo de tipos e calibres diferentes, além de escassa munição. Apesar disso os holandeses levaram à pior no confronto, e ao cair da noite tiveram que se retirar apressadamente para o Recife, deixando no campo um número considerável de mortos, além de armas e munições que seriam de grande auxílio à causa dos insurretos.
Na raiz desse acontecimento temos que desde 1639 recrudescia em Pernambuco a campanha pela sua libertação do domínio holandês. Em 1640 ocorreu a restauração do trono português, mas como a Espanha, durante algum tempo, tentou reassumir seu domínio sobre terras lusitanas, Portugal não se atreveu a criar uma nova frente de batalha, e por isso reconheceu a perda de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, determinando, ao mesmo tempo, o fim das hostilidades contra os holandeses no Brasil, proibindo seus representantes de atuarem militarmente contra eles na colônia. Em contrapartida, a Holanda assumia o compromisso de que durante dez anos não expandiria seu domínio em território brasileiro. As duas partes, porém, não cumpriram o acordo.
Em Pernambuco, a ação dos descontentes começou a tomar corpo inicialmente através da queima dos canaviais, o que inviabilizava a produção de açúcar, o principal produto de exportação da região naquela época. Em 1642 e 1643, outras operações de pequena envergadura passaram a ser desenvolvidas com o objetivo de desestruturar a administração e a economia holandesas no Brasil. Apesar do fracasso das tentativas de auxílio através do mar, retomou-se em terra a prática das emboscadas, única estratégia que possibilitava ao descontentes causar estragos as forças inimigas, apesar das com poucas armas de que dispunham
João Fernandes Vieira era um líder civil, mas Antônio Dias Cardoso, dono de extraordinária competência militar, além de ser muito corajoso, discreto e profundo conhecedor de Pernambuco, fora indicado por André Vidal de Negreiros ao Governador Geral do Brasil, Antônio Teles da Silva, para assumir a tarefa de organizar os pernambucanos em um pequeno exército capaz de iniciar o movimento de insurreição. E foi o que ele fez, dedicando-se durante seis meses à tarefa de recrutar e treinar militarmente os homens que formariam a força de que ele precisava para derrotar os holandeses.
A decisão favorável ao levante aconteceu em 23 de maio de 1645, dia em que Fernandes Vieira e mais 18 companheiros firmaram um compromisso de honra cujo texto dizia em certo trecho: “Nós, abaixo assinados, nos conjuramos e prometemos em serviço da liberdade, a não faltar em nenhum tempo, com toda a ajuda de fazendas (engenhos), contra qualquer inimigo (incluía até Portugal) na restauração de nossa pátria”. Foi nesse momento que pela primeira vez surgiu no Brasil o sentimento de Pátria, respaldado pela força militar organizada e treinada por Dias Cardoso, apesar da intensa perseguição que os holandeses lhe faziam nas matas e engenhos do interior pernambucano.
A grande vitória pernambucana ocorrida no monte das Tabocas, ensejou, séculos depois, a criação do Parque Histórico Estadual das Tabocas, criado pelo governo de Pernambuco em 9 de novembro de 1978, no local onde a batalha foi travada. Anteriormente, em 1945, ali fora erguida a capela em honra a Nossa Senhora de Nazaré, em cumprimento à promessa feita trezentos anos antes por João Fernandes Vieira, governador da capitania de Pernambuco e um dos comandantes das tropas que enfrentaram os holandeses, de que ali construiria uma igreja caso os invasores fossem derrotados.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

José Dirceu será o primeiro a receber a sentença do mensalão




 O ex-chefe da Casa Civil José Dirceu, que na denúncia do Ministério Público foi chamado de “chefe da sofisticada organização criminosa” do mensalão, deverá ser também o primeiro réu a conhecer sua sentença. Em conversas recentes, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) concordou que o melhor será julgar réu por réu no processo. E Dirceu encabeça a ação penal do mensalão.

Pela sistemática de julgamento, depois que forem ouvidos acusação e defesa dos 38 réus, o relator Joaquim Barbosa vai dizer se condena ou absolve o investigado. Em seguida, os colegas votarão a proposta do relator. Caso a opção seja pela condenação, os ministros já discutirão a pena imposta ao investigado. A cena será repetida 38 vezes.

A análise dos ministros vai começar pelo chamado núcleo político, composto por Dirceu; Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT; Sílvio Pereira, ex-secretário-geral do PT; e José Genoino, ex-presidente do partido. Quando o relator terminar de falar sobre a suposta atividade criminosa do grupo, proporá a sentença do primeiro réu, José Dirceu. Se for o caso de condenação, a pena será discutida logo em seguida, em plenário. Depois, Barbosa julgará o segundo integrante, até o fim da análise dos integrantes do núcleo.

Peluso corre o risco de não votar

Em seguida, o mesmo será feito com os núcleos publicitário-operacional, financeiro e político-partidário. Os últimos réus a serem julgados serão os publicitários Duda Mendonça e sua sócia Zilmar Fernandes. Esse mesmo modelo foi adotado em agosto de 2007, no julgamento em que o STF decidiu abrir a ação penal contra os réus.

Embora boa parte dos ministros tenha concordado com a fórmula, o revisor do processo, Ricardo Lewandowski, se opõe. Para ele, o ideal seria falar sobre todas as provas e depoimentos do processo e, só depois da análise dos documentos, o plenário decidiria a sentença de cada réu. O cálculo das penas seria a última etapa. O assunto não deve ser discutido formalmente pelos ministros até dia 16, quando Barbosa iniciar seu voto, a não ser que um ministro convença os colegas da necessidade de fixar um modelo de votação amanhã, quando se inicia o julgamento.

O único ministro que não deve participar do julgamento, se for usado este último modelo, é Cezar Peluso. Ele tem aposentadoria compulsória marcada para 3 de setembro e teme que não dê tempo de votar dessa forma. Peluso deve pedir para adiantar sua posição sobre os 38 réus, inclusive com as sugestões de pena a eventuais condenados.

A participação do ministro Dias Toffoli no julgamento ainda é incerta, mas a maioria dos ministros acha que ele vai votar. Toffoli foi subordinado a Dirceu na Casa Civil, e os dois eram amigos. Além disso, a namorada dele, Roberta Rangel, foi advogada de outro réu, Professor Luizinho (PT-SP), no mesmo processo. As duas situações impedem a atuação de um juiz em processo, segundo a legislação penal.

Como Toffoli participou da votação de questões de ordem do processo, o mais provável é que ele faça o mesmo de novo. No dia 2, se quiser, o procurador-geral pode questionar a participação de Toffoli. A defesa dos réus também pode fazer o mesmo. Os ministros do STF também têm o direito de questionar a participação dele, mas ninguém se disporá a fazer isso, para evitar o constrangimento na Corte.

Nesta quinta-feira, o julgamento começa oficialmente com a leitura de breve relatório de Barbosa e a sustentação oral do procurador-geral da República, Roberto Gurgel. O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, advogado do ex-diretor do Banco Rural José Roberto Salgado, levantará uma questão de ordem: o desmembramento do processo. Para Bastos, Salgado e outros réus sem direito a foro devem ser julgados inicialmente pela Justiça de primeira instância e não pela mais alta Corte do país. 

Dos 38 réus do mensalão, apenas três têm prerrogativa de foro: os deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT). Essa não é a primeira vez que Bastos tenta desmembrar o processo. Outro recurso, com o mesmo objetivo, foi rejeitado pelo relator do caso, ministro Joaquim Barbosa. Agora, o caso deve ser levado ao plenário.

Sexta-feira, começam a falar os advogados. Como cada um tem uma hora para falar, deverão apresentar as defesas os advogados de Dirceu, Genoino, Delúbio, Marcos Valério e seu sócio Ramon Cardoso. No dia 16, Barbosa começará a leitura do voto.

Gravatá pode ser anunciado como sub-sede da Copa do Mundo de 2014


Empresários da iniciativa privada podem construir em GRAVATÁ um estádio de futebol com dois campos oficiais e instalações completas para receber seleções que vão participar da Copa do Mundo na chave de Recife-Pernambuco
Comitê da Copa do Mundo de 2014 da FIFA deve divulgar nas próximas horas mais um Catálogo de Informações revelando os locais selecionados para serem sub-sedes de apoio às seleções que vão participar da Copa. Em Pernambuco, quatro cidades foram pré-selecionadas e Gravatá é uma delas, juntamente com Olinda-Paulista, Cabo de Santo Agostinho e Petrolina.
Cada uma dessas sub-sedes terão que oferecer condições para hospedar uma ou mais seleções de futebol que venham disputar a Copa do Mundo em Pernambuco. As acomodações e receptivos não seriam só para as delegações, mas, para jornalistas brasileiros e internacionais, torcedores, comissão técnica da Fifa e da CBF. Além dos hotéis e equipamentos urbanos teriam também campos de futebol e áreas de treinamento para as seleções e salas de imprensa.
Até o momento o campo do Salgadão foi o indicado para os agentes da FIFA e da CBF que tieram em Gravatá para reunir informações. No local, caberá a Prefeitura, com apoio dos governos federal e estadual, de bancos públicos e da iniciativa privada, construir o estádio e alojamentos completos para receber as seleções.
Gravatá terá até o mês de dezembro de 2013 para concluir o projeto e implantar as instalações adequadas para atender a FIFA. O BLOG DO CASTANHA foi informado que existem empresários interessados em construir o estádio e campo de futebol em Gravatá em troca de áreas para projetos imobiliários.